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quarta-feira, 4 de janeiro de 2012


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Médicos vão buscar em colombianos que adoecem muito cedo formas de prevenir surgimento da demência.

.Yarumal, Colômbia. Isolada em sua cidadezinha montanhosa, uma mulher idosa passa os dias cuidando dos filhos de meia idade. Em idades assustadoramente precoces, por volta dos 40 anos, quatro dos filhos de Laura Cuartas, de 82 anos, começaram a se comportar de modo estranho, acometidos pelo que o povo de lá chama de La Bobera. Trata-se da doença de Alzheimer. Um dos filhos, Dario, de 55 anos, balbucia sons incoerentes, molha meias e fraldas e se sacode tão violentamente que, às vezes, precisa ser preso a uma cadeira. Uma das filhas, Maria Elsy, de 61 anos, é uma ex-enfermeira qoe aos 48 anos começou a esquecer o remédio dos pacientes e hoje se tornou uma concha humana, muda e alimentada por um tubo.

"A mais terrivel doença da Terra"
Outro filho, Oderis, de 50 anos, nega que a memória esteja morrendo, mas só lembra de uma coisa de cada vez qdo vai ao mercado. Se desenvolver Alzheimer, diz, vai se matar com veneno.
- Ver os filhos assim é horrível. É a mais terrivel doença da Terra - diz Laura Cuartas.

Por gerações, a doença tem atormentado milhares de pessoas com antepassados em comum. Trata-se da maior história familiar conhecida de doença de Alzheimer. Agora, esse clã colombiano está no centro de um potencialmente revolucionário ataque contra o mal de Alzheimer, um plano para descobrir se oferecer tratamento antes de os sinais de demência surgirem pode prevenir a doença.

A maioria dos membros da família vem de Antioquia, nos Andes. Geografia e ascendência basca (muitos casamentos na comunidade) isolaram essas pessoas. Por tres séculos, muitos do clã, formado por 5 mil pessoas, têm herdado uma mutação genética que lhes faz desenvolver Alzheimer. Famílias grandes e casamentos com parentes próximo aceleraram a disseminaçao da mutação.

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